Voltamos

Adesivo Eu Pratico Hastag

A proposta do site Novas Práticas é socializar artigos e notícias sobre temas que proponham algo diferenciado, inclusive sem respeitar as velhas diplomacias que o poder local, em todo e qualquer município, província e condado. Nada de silenciar diante do que enxergamos, pois assim fazendo, estaremos perdendo a chance de nos posicionar em defesa de algo que está sendo posto como positivo e necessário à construção de um mundo melhor, ou estaremos perdendo a possibilidade de apresentar algo diferente ao que as categorias dominantes colocam como único caminho, ou seja, silenciando-nos perdemos a oportunidade de dizer que existem outros caminhos, e bem melhores.

 

Respaldados pelo Título II e Capítulo I da Constituição Federal de 1988, mas também pela a Declaração Universal dos Direitos Humanos que expressa em seu artigo XVIII “todas as pessoas tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião”, nós postamos e publicamos artigos e notícias que julgamos pertinentes à proposta do site.

 

Infelizmente, nem todas as pessoas conseguem bancar o que fazem ou dizem. Por isso não aceitam críticas nem conseguem conceber a liberdade de expressão alheias. Atacam de forma suja e sorrateira. Assim nosso site foi atacado duas vezes por invsaão de hackers supostamente contratados a este fim. O que fazer? Desistir? Não. Como desistir de lutar por um mundo melhor?

 

Infelizmente nosso tempo é limitado. Trabalhar e militar na defesa de um mundo melhor e da justiça social não é tarefa fácil. Mas com toda dificuldades, ESTAMOS DE VOLTA!

 

Em breve traremos de volta todos os posts que foram deletados. Agora cabe concluir com esse belo poema de Thiago de Mello, desta vez, postado na íntegra.

 

Para os que Virão

“Como sei pouco, e sou pouco,
faço o pouco que me cabe
me dando inteiro.
Sabendo que não vou ver
o homem que quero ser.

Já sofri o suficiente
para não enganar a ninguém:
principalmente aos que sofrem
na própria vida, a garra
da opressão, e nem sabem.

Não tenho o sol escondido
no meu bolso de palavras.
Sou simplesmente um homem
para quem já a primeira
e desolada pessoa
do singular – foi deixando,
devagar, sofridamente
de ser, para transformar-se
- muito mais sofridamente -
na primeira e profunda pessoa
do plural.

Não importa que doa: é tempo
de avançar de mão dada
com quem vai no mesmo rumo,
mesmo que longe ainda esteja
de aprender a conjugar
o verbo amar.

É tempo sobretudo
de deixar de ser apenas
a solitária vanguarda
de nós mesmos.
Se trata de ir ao encontro.
(Dura no peito, arde a lí­mpida
verdade dos nossos erros. )
Se trata de abrir o rumo.

Os que virão, serão povo,
e saber serão, lutando.”

Hello world!

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